Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).
Um "casal" homossexual alugou uma mulher chinesa em uma aldeia rural por £ 93.000 para servir como barriga de aluguel — mas planejava pedir um reembolso parcial caso ela desse à luz uma menina. De acordo com o The Christian Institute, os dois homens “usaram testes genéticos para priorizar a implantação de embriões masculinos”. A barriga de aluguel é proibida na China e os pagamentos por esse serviço são ilegais no Reino Unido, exceto para custos considerados “despesas razoáveis” (Reasonable Expenses).
Nota explicativa do Editor do CDB, Yago Portella:
Embriões são seres humanos nos seus primeiros momentos de vida, logo após a fecundação do óvulo pelo espermatozóide. Em uma fertilização in vitro, que foi o que ocorreu no caso da matéria, diversos óvulos são fecundados — ou seja, diversas vidas humanas são geradas.
Como foram feitos testes genéticos para priorizar a implantação de embriões masculinos no útero da mulher alugada, isso significa que "médicos" analisaram aqueles bebês para averiguar quais poderiam ser do sexo masculino ou do sexo feminino. Assim, aqueles que fossem meninas poderiam ter quatro destinos possíveis:
- O descarte. Não tem muito o que explicar: eles seriam jogados no lixo para morrer.
- Pesquisas científicas. Eles seriam tratados como cobaias em laborátorios, onde seriam assassinados para que suas células-tronco fossem utilizadas no desenvolvimento ou execução de tratamentos médicos.
- Congelamento. Eles seriam congelados para o caso de os "clientes" (os monstros) quererem tentar utilizá-los em uma nova gravidez no futuro. Este, porém, não é o caso dos sodomitas em questão, pois queriam até mesmo ser reembolsados caso nassesce uma menina.
- Doação. Eles seriam doados anonimamente para outras pessoas que quisessem pecar engravidando fora da ordem natural estabelecida por Deus.
E sobre as "despezas razoáveis", na Inglaterra é proibida a "barriga de aluguel comercial", onde você paga um cachê para a mulher engravidar como se estivesse comprando uma pizza por delivery, mas a "barriga de alguel altruísta" é regulamentada, que é justamente essa na qual você paga os custos da gestação (despesas razoáveis) em troca de requerer a guarda da criança quando ela nascer.
Fim da nota.
Em 17 de junho, o Juiz MacDonald, da Divisão de Família do Tribunal Superior de Justiça da Inglaterra e País de Gales, concedeu aos homens uma ordem de guarda parental (ele reconheceu os sodomitas como "pais" do menino). A sentença escrita, proferida em 29 de setembro, afirma que a ordem de guarda parental atende ao "melhor interesse" da criança, agora com 1 ano e 8 meses de idade. O juiz enfatizou que os homens, referidos como "C" e "D", não devem interpretar sua decisão como "uma licença para se envolverem em acordos ilegais de barriga de aluguel comercial no exterior".
Outros casos de sodomitas alugando mulheres, comprando crianças e reclamando de receberem o "produto errado"
A cláusula de seleção de sexo no contrato de barriga de aluguel, no entanto, é mais comum do que muitos imaginam. Em 2022, um "casal" homossexual de Pasadena, Califórnia, processou a clínica de fertilidade HRC depois que a barriga de aluguel contratada deu à luz uma menina. Eles haviam encomendado um menino e se sentiram lesados por receberem o "produto" errado. Como relatou um veículo de comunicação LGBT:
"Os Sanigers disseram que já haviam escolhido os nomes dos filhos e até mesmo registrado endereços de Gmail para eles antes de se 'casarem' em 2013. Eles queriam dois meninos e agora afirmam que terão que pagar muito para tê-los porque a HRC e Kolb 'transferiram, de forma negligente, imprudente e/ou intencional, um embrião feminino para a barriga de aluguel dos Sanigers'. Não está claro por que o casal queria especificamente dois meninos."
No mesmo ano, um "casal" de lésbicas de Nova York processou a clínica de fertilização CNY em Latham depois de descobrir que o bebê era um menino.
"Não queríamos um menino por causa das agressões e por causa da socialização dos meninos — há uma socialização constante do que significa ser um 'homem de verdade'", explicou a "mãe" furiosa.
"As pessoas dizem: 'Ah, ele é um menino, deixe ele bater em você', e toda a camuflagem e as armas não ajudam. Isso reforça a masculinidade, e isso é uma lembrança das agressões toda vez."
Monstros degenerados reclamam que o "produto" chegou com "deifeito"
"Clientes" que compram crianças também têm recorrido a processos judiciais se acreditam que o "produto" é "defeituoso". Um "casal" homossexual no Canadá processou a mãe de aluguel que gerou seu filho no Tribunal Superior de Ontário no início deste ano, "dois anos depois de ela ter recusado o pedido do "casal" para abortar o feto devido a lábio leporino e possíveis anomalias genéticas". O casal desistiu do pedido de aborto tardio, mas alega que a mãe não os manteve informados sobre a saúde do bebê e, numa ironia grotesca, que ela colocou a criança em risco.
“Você sabe que sou mãe solteira, sabe que tenho uma filha, e basicamente está me processando pela minha casa. Parece muito errado, é simplesmente horrível”, disse a mulher que serviu como barriga de aluguel.
“Eu me sinto usada… Eles não conseguiram a criança perfeita que queriam e me descartaram.”
Em 2014, um casal australiano que contratou uma barriga de aluguel na Tailândia ficou furioso quando a mulher deu à luz gêmeos — porque o menino tinha síndrome de Down. Eles levaram a menina para a Austrália e deixaram o irmão gêmeo para trás.
Em 2019, uma investigação da ABC News revelou a história de "pais" americanos que abandonaram sua filha Bridget, nascida de uma barriga de aluguel na Ucrânia, após ela nascer prematura com complicações médicas e deficiências. Ela permaneceu em uma instituição infantil na Ucrânia; o casal contratou outra barriga de aluguel e teve gêmeos.
“É difícil imaginar algo mais retrógrado do que transformar a concepção de uma criança em uma transação na qual o sexo dela pode determinar se o dinheiro será reembolsado ou não”, disse Lexi Ellingworth, da organização Stop Surrogacy Now ("Parem a Barriga de Aluguel Já", em português), ao jornal The Telegraph, em resposta à decisão do juiz MacDonald.
“No entanto, essas são exatamente as práticas que as pessoas podem realizar no exterior, apesar de serem proibidas aqui.”
A União Europeia reconheceu formalmente a barriga de aluguel como uma forma de tráfico de pessoas em 2024. Nos Estados Unidos, porém, a prática é regulamentada como se fosse uma encomenda de hambúrguer onde você diz o ponto da carne e devolve o prato caso ele venha trocado ou queimado, ou mesmo pede que lhe devolvam o dinheiro.
Fim da matéria.
Deus deveria destruir o mundo inteiro com fogo e enxofre. Quão terrível será o dia só por Ele conhecido no qual Nosso Senhor descerá por entre as nuvens e lançará o joigo nas chamas que jamais se apagam. Que Cristo tenha misericórdia de nós.
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