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Torne-se membro ->Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).
A Conferência Episcopal Polonesa afirmou que a prática da barriga de aluguel é gravemente imoral e deve ser abolida.
O bispo Józef Wróbel, bispo auxiliar de Lublin, divulgou a declaração em nome do painel de bioética da conferência episcopal. Em questão estão a dignidade do bebê, a exploração das mulheres e o risco de tráfico de seres humanos.
“As garantias de filhos saudáveis contidas nessas ofertas levam necessariamente à conclusão de que as crianças concebidas seriam mortas por meio de aborto eugênico caso fossem detectadas doenças genéticas ou de desenvolvimento”, afirma a diretiva. “O Conselho de Peritos reitera que o assassinato de uma criança não-nascida é sempre um ato extremamente perverso e, por vezes, à luz da legislação vigente na Polônia, também constitui crime.”
A conferência episcopal também criticou a forma “moralmente repreensível” pela qual a prática da barriga de aluguel explora as mulheres, escrevendo:
“Além do problema do tráfico humano, o tratamento de mulheres que disponibilizam seus corpos para a barriga de aluguel como meros objetos também é moralmente repreensível. Seu consentimento formal – que muitas vezes decorre do desejo de melhorar sua situação financeira – não legitima um ato em que uma pessoa é tratada como um objeto, mesmo que essa pessoa aja voluntariamente.”
A conferência concluiu que “a barriga de aluguel é imoral por natureza e incompatível com a fé e a moral cristãs”.
Os bispos também pediram “às autoridades estatais da República da Polônia que ajam imediata e decisivamente para impedir que cidadãos poloneses recorram à barriga de aluguel e para impedir a atividade de empresas que oferecem tais procedimentos em território polonês”.
A Igreja Católica tem se oposto consistentemente à barriga de aluguel, pois ela não apenas pode levar ao aborto, como também separa o ato conjugal do próprio casamento e nega à criança o direito de nascer de seus pais biológicos.
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