25 de August de 2026 Artigo
17 min

São Luís IX, o maior rei da História

Hoje, 25 de agosto, a Igreja celebra São Luís IX, rei da França: marido, pai, governante, cruzado e um dos maiores santos da História. Conheça mais sobre ele.

Yago Portella

Yago Portella

Redação CDB


Hoje, 25 de agosto, o santo do dia celebrado pela Igreja Católica é São Luís IX, rei da França. Conheça, agora, um pouco de como foi a sua vida.

Ao longo de toda a história, a via ordinária da santidade foi a vida religiosa. Sim, todos somos chamados a sermos perfeitos como o nosso Pai que está nos Céus é perfeito (cf. Mt 5, 48), mas os meios de santificação são tão mais abundantes quanto mais isolada do mundo secular a pessoa se encontra. Assim, é muito mais fácil que encontremos santos no claustro do que em grandes centros urbanos, pegando ônibus para o seu trabalho de escritório, dando-se em casamento, etc.

E é justamente isso que torna ainda mais esplendorosa a luz que de São Luís IX emana para os cristãos de todos os tempos.

Marido, pai, rei, cruzado. São Luís não vivia em uma cela de mosteiro ou em uma caverna no deserto, como geralmente acontece com os grandes santos ao longo da história. Apesar disso, foi mais santo do que a esmagadora maioria dos santos de vida religiosa que se tem conhecimento.

Morando em seu palácio, convivendo com o povo, governando seus súditos, sendo fiel à sua esposa, perseguindo os blasfemos com mãos de ferro e combatendo pessoalmente, no campo de batalha, os infiéis, ele foi não apenas um dos maiores santos que já existiu, mas, também, o rei com o qual a Igreja sempre sonhou. O rei segundo o coração de Deus. E isso, claro, só é explicado mediante uma ação extraordinária da graça de Deus em sua vida.

O começo da vida de São Luís IX

Nascido em 25 de abril de 1214, São Luís IX foi filho do rei Luís VIII de França com a rainha-consorte de França, Branca de Castela, filha do rei de Castela. Ele era o primogênito de seis irmãos.

Desde criança, São Luís foi ensinado por sua mãe a rezar o Ofício Divino, pois se entendia que aqueles que desejavam salvar a sua alma, mesmo vivendo no mundo, deveriam seguir uma espiritualidade o mais próxima possível daquela vivida pelos monges.

Tanto enquanto criança como durante a sua adolescência, São Luís, mesmo em seus momentos de lazer, fazia questão de que um de seus mestres o acompanhasse para ler uma obra espiritual para ele. Isso assim se dava porque o pequeno santo não queria correr o risco de que o seu pensamento se desviasse nem por um instante se quer de Deus.

São Luís se tornou rei aos 12 anos, quando seu pai, então com 38 anos – mesma idade de sua mãe –, veio a falecer. Inclusive, fato curioso: sua coroação se deu um mês após a morte de São Francisco de Assis. Por algum tempo, porém, quem governou o reino foi Branca, que teve de resistir a um complô que visava separá-la do filho para afastá-la do poder.

Quando tinha por volta de seus 18 ou 19 anos, São Luís financiou e participou da construção da Abadia de Royaumont, carregando pedras e argamassa – e pondo seus irmãos para trabalharem junto com ele –, a fim de mortificar qualquer tentação de soberba que lhes pudesse atingir por sua posição de membros da realeza francesa.

O casamento de São Luís IX com Margarida da Provença

Em 1234, quando estava já com seus 20 anos, São Luís se casou com sua prima Margarida da Provença, então com 13, que era a filha mais velha dos condes da Provença, Raimundo Berengário e Beatriz de Sabóia. Vale notar que os noivos já tinham uma idade relativamente avançada para que ainda estivessem solteiros.

A escolha de São Luís por Margarida envolveu três aspectos fundamentais: um político; um religioso; e um pessoal.

1. Do ponto de vista político, a aliança era estratégica para a coroa francesa por conta da localização do Condado da Provença, que ficava no litoral mediterrâneo;

2. Do ponto de vista religioso, a união contribuiria para o combate à heresia cátara, muito forte justamente na região da Provença – combate esse que era capitaneado pelos reis da França, de modo que tal aliança lhes daria acesso militar àquele território, que era, então, um feudo do Sacro-Império. Por essa razão, apesar do parentesco próximo entre São Luís e Margarida, o papa Gregório IX autorizou que eles se casassem;

3. Já o aspecto pessoal era que São Luís mandou investigar a vida de Margarida quando lhe sugeriram casar com ela. Desse modo, descobriu que, além de bela, a moça era muito piedosa e virtuosa.

Assim, conhecendo-se pessoalmente apenas na véspera do casamento, os noivos se deram em matrimônio, tornando-se o novo casal real da França. E um detalhe que chama a atenção é: nas três primeiras noites, eles não consumaram a união. Isso porque, inspirado pelo livro de Tobias, do Antigo Testamento, São Luís quis passá-las em vigília, rezando pelo seu casamento com sua amada, assim como o Arcanjo São Rafael instruíra a Tobias e Sara. E foi apenas na quarta noite que eles finalmente consumaram o matrimônio.

A visita de São Luís IX e Margarida da Provença ao abade São Teobaldo

Seis anos se passaram, porém, sem que Margarida pudesse dar à luz um herdeiro a São Luís, pois, embora engravidasse, a rainha passou por sucessivos abortos espontâneos. Em meio a isso, o rei era aconselhado a pedir a nulidade matrimonial ao papa para que pudesse se casar com outra mulher e, assim, gerar um príncipe que pudesse lhe suceder no trono após a sua morte, dando continuidade à dinastia dos Capetos. O santo, porém, jamais se deixou influenciar por essas más-línguas e permaneceu em constante oração com sua esposa, realizando, inclusive, peregrinações para obter de Deus a graça de um filho que vingasse. Até que o casal visitou um abade que, na mocidade, fora cavaleiro da côrte do avô de São Luís, Filipe II.

Esse abade tinha fama de santidade e, de fato, viria a ser canonizado. Seu nome é São Teobaldo de Marly.

Recebendo a visita do casal real e vendo a aflição de Margarida, o abade profetizou que eles teriam, sim, uma descendência. E assim foi: no final daquele mesmo ano, nasceu a primeira filha do casal, Branca – nome dado em homenagem à mãe de São Luís. E, já no ano seguinte, o casal foi agraciado com o nascimento de Isabel. Posteriormente, três anos passados, nasceu o primeiro varão, Luís, batizado com o nome do pai. E, no ano seguinte, Filipe III, mesmo nome do avô do rei e que viria a sucedê-lo no trono. Ao todo, Margarida deu à luz onze filhos, dos quais nove passaram da infância e oito chegaram à idade adulta.

Fato curioso: três dos filhos de São Luís e Margarida foram feitos durante a Sétima Cruzada, pois a rainha partiu na viagem junto a seu marido. E foi ela quem, quando o rei foi capturado pelos sarracenos, organizou a defesa da cidade onde se encontrava e reuniu o resgate necessário para comprar sua liberdade.

A Sétima Cruzada

Dessa cruzada, vale destacar que São Luís tomou em questão de horas a cidade Damieta, a qual seus antepassados levaram meses para conquistar – e foi aí que se estabeleceu Margarida quando seu marido partiu para tomar a próxima cidade. De fato, o exército real era muito poderoso e fora financiado pelo próprio soberano, que armou aqueles combatentes que não tinham recursos para tal.

O rei também foi o primeiro a partir para cima dos muçulmanos tão logo desembarcou no continente africano, a fim de trucidá-los, e só não foi morto porque, vendo o santo tomar a dianteira, os demais combatentes desceram rapidamente de seus barcos para acompanhá-lo. Todavia, apesar da superioridade militar, suas tropas sofreram um cerco que durou a quaresma inteira e fez com que os cristãos começassem a padecer de fome e de doenças. Assim, o próprio São Luís, por estar sempre ajudando os enfermos e combatentes feridos – aos quais lembrava de que deveriam se arrepender de seus pecados para alcançar a vida eterna –, acabou por contrair tifo e escorbuto, além de disenteria, tendo ficado com um aspecto muitíssimo magro, até mesmo cadavérico.

Quando os cristãos finalmente decidiram partir dali, contudo, parte deles foi emboscada na fuga. Os que não eram nobres foram trucidados pelos muçulmanos, mas São Luís foi feito prisioneiro de guerra, e foi a sua esposa, que estava governando Damieta, tendo recém dado à luz mais um de seus filhos, negociou com os sarracenos a soltura do marido.

O governo de São Luís IX sobre o Reino de Jerusalém

Liberto do cativeiro, São Luís, em vez de retornar à França, partiu para o Reino de Jerusalém, o qual governou por quatro anos, a fim de dar uma sobrevida aos estados cruzados. E sua fama de santidade era tamanha que até mesmo judeus e muçulmanos iam até ele para pedir o batismo, sendo convertidos à Fé verdadeira pela presença daquele grande santo.

Enquanto governou Jerusalém, São Luís mandou construir muralhas em volta de Sidônia. Os sarracenos, porém, mataram os construtores. Sabendo disso, o rei santo partiu até lá, em uma viagem que durou duas semanas.

Os corpos estavam em avançado estado de decomposição e ninguém queria se aproximar, pois o cheiro era insuportável. Então o próprio São Luís tomou a iniciativa de começar a recolher um por um os cadáveres daqueles que ele considerava autênticos mártires do cristianismo, e lhes deu um sepultamento digno.

Quando soube que sua mãe estava doente, São Luís retornou à França. No caminho, porém, operou um milagre. O navio em que se encontrava estava com um rasgo de 9m no casco. Em razão disso, ele rezou diante do Santíssimo Sacramento e, no dia seguinte, não havia mais nenhuma rachadura.

Foi também nessa viagem que, tomando conhecimento de que os marinheiros, embora cristãos e em uma profissão de alto risco, tinham pouquíssimo acesso aos sacramentos e a pregações. Em razão disso, determinou que, naquele navio, fossem feitas três pregações por dia, além de incentivar os trabalhadores a se confessarem e pôr diversos sacerdotes à disposição deles para tal. Diante disso, o capitão reclamou que, caso saíssem de seus postos para se confessarem, a ausência desses marinheiros poderia prejudicar a viagem. Ouvindo tais palavras, São Luís respondeu que, se preciso fosse, ele assumia a função dos marinheiros enquanto eles se confessavam.

A justiça de São Luís IX

De volta ao reino, São Luís sabia que muitas injustiças foram praticadas em seu nome nos anos em que estivera ausente. Por isso, promoveu inquéritos para averiguar o procedimento de seus representantes; reorganizou a administração real, dando ao povo garantias como a presunção de inocência; e ele próprio julgava questões levadas até ele por seus súditos, fossem nobres ou plebeus, mesmo que isso implicasse dano aos interesses da coroa.

Prova desse proceder foi a vez em que um cavaleiro sem recursos teve seu castelo tomado pelo irmão de São Luís, Carlos, Conde de Anjou e futuro rei da Sicília. O cavaleiro foi até o rei e disse que não seguiria com a ação contra Carlos porque não tinha quem o defendesse, enquanto que o conde dispunha dos melhores advogados do reino. Diante disso, São Luís tratou de pôr à disposição desse cavaleiro os seus melhores jurisconsultos – estudiosos e intérpretes do Direito Romano – para que defendessem a sua causa como seus advogados.

São Luís IX e os judeus

Dotado de profunda aversão à blasfêmia, São Luís punia aqueles que insultavam o Nome Santo do Senhor e Sua Santíssima Mãe marcando com ferro em brasa seus lábios e sua língua. E foi justamente por isso que, tomando conhecimento das blasfêmias contidas no satânico Talmud, o livro “sagrado” dos judeus, o rei francês mandou destruir todas as cópias desse amontoado de fezes do inferno que fossem encontradas no reino, jogando-as em fogueiras.

Não obstante, o santo ainda combateu a usura, que, assim como a Igreja, considerava um grande mal a toda a sociedade. Por essa razão, tendo em vista que os maiores agiotas medievais eram justamente os judeus, ele os via não apenas como membros de uma falsa religião (o judaísmo rabínico) nascida da negação de Cristo, mas também como perpetradores de uma grande desordem social que era a usura, por meio da qual os deicidas enriqueciam às custas do sofrimento e da miséria de famílias cristãs em decorrência dos juros que cobravam sobre empréstimos.

A amizade entre São Luís IX, Santo Tomás de Aquino e São Boaventura

São Luís buscava manter em seu círculo de amizades apenas pessoas se boa fama, e isso por dois motivos:

1. Para que pessoas de má vida não exercessem, sobre ele, más influências; e

2. Para não causar escândalo.

Inclusive, o rei repreendia e, se necessário, expulsava do palácio até mesmo servos que ele descobrisse que houvessem tido atos maliciosos.

E dentre essas amizades constavam os freis Santo Tomás de Aquino e São Boaventura, que pregavam à família real e comiam à sua mesa. E por falar em comer à mesa…

São Luís IX e o cuidado pelos pobres

São Luís tinha o costume de convidar os pobres a comerem em seu palácio. Velhos, mães com crianças de colo… quem precisasse, ele ajudava. E sua humildade era tanta que há até mesmo um episódio em que um desses pobres, após se retirar, deixou que sobrasse um pouco de pudim no prato, ao que, após sua saída, o rei comeu aquele resto, não deixando que se desperdiçasse comida.

Em outra ocasião, vendo um leproso na rua, beijou-lhe os pés e lhe deu uma esmola. Noutra vez, deu de comer, com suas próprias mãos, a um monge leproso em estágio avançado da doença.

Quando viajava pelo reino, o santo tinha ainda o costume de reunir os pobres dos locais por onde passava e dar um banquete para que se alimentassem com fartura. Mas, acima do cuidado temporal, preocupava-se sempre em cuidar da alma dessas pessoas, lembrando-lhes das coisas do Alto, pois, mais do que suprir a fome desse povo e auxiliar os enfermos em suas doenças corporais, seu maior desejo para com eles era o de contribuir para a sua salvação eterna.

E, por falar no cuidado para com a alma do próximo, há até mesmo uma passagem de sua vida em que, vendo uma mulher da côrte que vivia se produzindo para tentar parecer mais jovem – pois dela se dizia que fora muito bela na juventude –, São Luís a chamou para conversar e disse: “Minha senhora, sei que dizem que fostes bela quando jovem, mas deves deixar de lado aquilo que já passou e não volta, a fim de que trates de cuidar da única beleza que não passa, que é a da alma.” Desse dia em diante, a mulher mudou de vida e passou a se dedicar mais à sua própria salvação.

Práticas de piedade de São Luís IX

Além de rezar o Ofício Divino diariamente, São Luís ainda assistia de duas a quatro Missas todos os dias. Não obstante, o rei se confessava pelo menos uma vez por semana. Mas isso não é tudo.

A fim de fazer penitência, ele usava um silício e se auto-flagelava, e também jejuava e fazia abstinência com frequência – inclusive de sexo. Conta-se que, nos dias em que visitava a sua esposa e estava de abstinência, o santo não a conhecia, e chegava a correr pelo quarto até que a vontade de possuí-la cessasse, a fim de não ceder aos desejos da carne.

O fim da vida de São Luís IX: a Oitava Cruzada

Ao 56 anos, tendo chegado até ele emissários de um sultão muçulmano afirmando seu desejo de se converter, São Luís, que deixava para a posteridade um reino próspero e pacificado, preparou-se para partir rumo à sua segunda cruzada.

Dirigindo-se aos seus filhos, o rei, que já estava doente, disse-lhes:

“Vede como, por causa de Cristo e da Igreja, não poupei minha velhice, e como resisti aos pedidos de vossa mãe para que não partisse. Em nome de Cristo, renuncio a tudo, riquezas e honras, para me expor a tudo, de corpo e de alma.”

E, falando para o príncipe Filipe, o filho que lhe sucederia no trono – haja vista a morte, com apenas 16 anos, de seu primogênito, Luís, o que lhe causara profundo sofrimento –, disse:

“Quero que entendais essas coisas, a fim de que, depois de minha morte, e quando vós estiverdes sentado em meu trono, não poupeis nada: nem mulher, nem filhos, nem mesmo o vosso reino por Cristo, pela Igreja e pela Fé Católica. Queira o Céu que jamais nem vossa esposa, nem vossos filhos, nem vosso reino vos detenham na estrada da salvação.”

São Luís partiu para a Oitava Cruzada em 4 de junho de 1270. Desembarcando em Túnis (antiga Cartago), destruiu as guarnições muçulmanas que ficavam na praia, mas, enquanto aguardava o reforço das tropas da Sicília, cujo rei era seu irmão Carlos, o santo e seus homens foram acometidos por uma doença típica de acampamentos militares.

Percebendo que chegara a hora de sua paixão, pediu que enviassem emissários para converter os muçulmanos de Túnis e recebeu os sacramentos.

Sua agonia durou três semanas, e, às 15h de 25 de agosto de 1270, mesma hora da morte de Nosso Senhor no Calvário, como Cristo, declarou:

“Pai, em Tuas mãos eu entrego o meu espírito.”

Assim expirou o mais perfeito dos reis que a humanidade já viu e possivelmente um dos maiores santos que já caminharam sobre a Terra.

Seu reinado durou quase 44 anos e, mesmo tendo sido o homem mais poderoso do Ocidente em seu tempo, governando o maior reino da Cristandade, o rei santo não cedeu uma única vez, em toda a sua vida, às tentações que o poder e a riqueza lhe ofereciam. Desse modo, ainda que seja mais fácil ao camelo passar pelo buraco da agulha do que ao rico adentrar o Reino dos Céus (cf. Mt 19, 24), Deus operou o impossível em sua vida, tornando-o, como dito acima, um dos maiores santos que o mundo já viu.

A canonização de São Luís IX

Quando São Luís morreu, a Sé estava vacante, e assim permaneceu por dois anos, razão pela qual o seu processo de canonização teve início apenas em 1272. E chama a atenção que, após a sua eleição para ocupar o Trono de São Pedro, Gregório X, antes mesmo de proceder com a sua própria coroação, tratou de justamente instaurar o processo de canonização do rei francês.

Ao longo de 25 anos, foram ouvidas mais de 250 testemunhas no processo, incluindo seu confessor, que afirmou ter ouvido a inúmeras confissões gerais do santo e que ele jamais, em toda a sua vida, cometera um único pecado grave.

Foram, ainda, reconhecidos 62 milagres autênticos atribuídos à sua intercessão, dentre os quais constavam desde ressurreições de mortos até a cura de cegos e coxos.

São Luís IX foi canonizado pelo papa Bonifácio VIII em 1297, 27 anos após a sua morte.

E aqui concluo este breve esboço da figura do glorioso São Luís IX, o rei com o qual a Igreja sempre sonhou e que Deus escolheu para presentear a humanidade no século XIII, o século das luzes – ápice e final do milênio de Cristo.

Muitas outras coisas poderiam, aqui, ser ditas sobre ele, mas este artigo já está deveras longo.

Meu desejo, agora, é que o Bom Deus nos conceda amá-Lo com ao menos uma fração do amor que consumiu até o último suspiro dos pulmões de São Luís, e que este tão áureo santo interceda por nós, para que nos arrependamos de nossos pecados e, auxiliados pela graça divina, consigamos imitar-lhe no amor a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Viva Cristo Rei! Viva Nossa Senhora Corredentora e Medianeira de Todas as Graças! E viva a Santa Igreja Católica!

São Luís IX, rogai por nós.

 

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