31 de August de 2026 Notícia
4 min

Secretário de Saúde dos EUA afirma: vacinas usam DNA de bebês abortados

O Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., denunciou o uso de DNA de bebês abortados para a fabricação de vacinas contra rubéola, sarampo e caxumba.

Equipe Centro Dom Bosco

Equipe Centro Dom Bosco


Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).

O secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS) dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., criticou duramente o governador democrata da Pensilvânia, Josh Shapiro, na terça-feira (25), por negar isenções religiosas para vacinas e também confirmou que tecidos de bebês abortados foram usados na criação da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR).

“Em sua coletiva de imprensa hoje, o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, me acusou de promover teorias da conspiração porque eu lhe disse, durante uma conversa telefônica anterior, que alguns americanos tinham objeções religiosas à vacina MMR porque ela continha tecido fetal. 'Não há tecido fetal na MMR', ele me disse”, relatou Kennedy em uma longa postagem no X.

“O vírus da rubéola usado na vacina MMR-II é cultivado em uma linhagem celular composta por tecido pulmonar de um embrião feminino abortado de três meses de idade e listado como 'fibroblastos pulmonares diploides humanos WI-38' nos ingredientes da MMR-II, já que porções dessas células acabam em cada frasco da vacina”, observou ele.

Inventor judeu de vacina admitiu ter desmembrado incontáveis bebês para criá-la

Kennedy incluiu um trecho de um depoimento em vídeo de Stanley Plotkin, judeu de nascença e inventor da vacina MMR, gravado em 2018. O depoimento foi conduzido pelo advogado Aaron Siri. 

Durante seu depoimento, Plotkin admitiu ter “desmembrado” 76 bebês abortados – todos com mais de três meses de idade – “em apenas um dos muitos estudos que levaram ao desenvolvimento de sua vacina”, disse o secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS).

Kennedy observou ainda que “aproximadamente 646 bilhões de fragmentos” de DNA de uma linhagem celular de um feto abortado estão presentes em cada frasco da vacina MMR-II.

“Além do DNA humano, cada dose da vacina MMR-II também contém uma quantidade não especificada de detritos celulares humanos”, afirmou. 

Questionado, Plotkin disse estar ciente das objeções à inclusão de tecido de fetos abortados no desenvolvimento de vacinas e do fato de que esses tecidos são, de fato, parte dos ingredientes das vacinas. 

“Estou ciente dessas objeções”, disse Plotkin, que se descreve como ateu. “A Igreja Católica, inclusive, publicou um documento sobre isso, afirmando que as pessoas que precisam das vacinas devem recebê-las, independentemente de qualquer coisa.”

“Acho que isso implica que sou eu quem irá para o inferno por causa do uso de tecidos abortados, o que me deixa feliz”, declarou ele.

Órfãos e doentes mentais usados como cobaias

Plotkin atuou como consultor de grandes empresas farmacêuticas por décadas, auxiliando-as na fabricação de seus produtos. Ele admitiu a Siri, durante o depoimento de 2018, que utilizou vacinas experimentais em órfãos e pessoas com doenças mentais para fins de teste. 

Durante uma entrevista com Tucker Carlson em dezembro de 2024, Siri disse ao seu apresentador, que ficou perplexo, que algumas vacinas infantis contêm "literalmente milhões de fragmentos da linhagem celular cultivada de um feto abortado em cada injeção" e que as vacinas são cultivadas em “tecido fetal abortado” que está “vivo”.

Vacinas contra a varicela e a hepatite A também usam células de bebês abortados, afirma advogado do inventor judeu

Siri também usou as redes sociais na quarta-feira (26) para apoiar a resposta de Kennedy ao governador Shapiro. 

“RFK Jr. está correto”, disse Siri. “O fato é que existem bilhões de fragmentos de detritos celulares humanos e DNA da linhagem celular cultivada de um feto abortado em cada dose injetada das vacinas MMR, bem como daquelas contra a varicela e contra a hepatite A.”

Siri então forneceu links para artigos que descrevem o uso de tecido celular fetal abortado no desenvolvimento de vacinas.

Os judeus e o uso de sangue humano para fins medicinais

Nota do editor do Portal CDB, Yago Portella:

Plotkin não é o primeiro judeu a utilizar sangue humano para fins medicinais. Conforme relatado em nossa matéria sobre o martírio do pequeno São Simão de Trento, de apenas 2 anos de idade, que foi “trucidado com brutalidade extrema pelos judeus” (Martirológio Romano, Dia 24 de Março, p. 86 – 1914), essa é uma prática antiga dos deicidas. E isso quem afirma é justamente um historiador judeu chamado Ariel Toaff em sua obra “Páscoa de Sangue: Judeus da Europa e Assassinatos Rituais”.

De acordo com Ariel – que é filho do antigo Grão-Rabino de Roma, Elio Toaff –, os judeus usavam sangue seco para fins medicinais e em rituais mágicos durante a Idade Médio. Segundo ele, isso teria levado, inclusive, ao surgimento de um mercado negro de tráfico de sangue na Europa renascentista.

É, de fato, assustador – embora não surpreendente – pensar na semelhança entre os casos. Parece que algumas práticas nunca se perdem.

Enfim, em suma, sacrifícios humanos comprovadamente enriquecem a indústria farmacêutica por meio da fabricação de vacinas que se valem do vilipêndio de cadáveres de crianças para o desenvolvimento de sua composição. Diante disso, fica o questionamento: Será que esse enriquecimento satânico da indústria farmacêutica, o qual tem raízes, no mínimo, medievais, é a razão por detrás de tanto lobby no mundo inteiro, inclusive por parte da ONU, para a legalização do aborto?

Fim da nota.

 

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