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Torne-se membro ->Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).
Os idosos e enfermos da Inglaterra e do País de Gales foram mais uma vez poupados da legalização do suicídio assistido.
Na manhã de sexta-feira, 11 de setembro, os parlamentares em Westminster votaram contra a legislação recentemente reapresentada sobre suicídio assistido, o Projeto de Lei para Adultos com Doenças Terminais (Fim da Vida). Em um pleito estreito, 286 parlamentares votaram contra a medida e 270 a favor.
“Isto é um enorme alívio”, disse Alithea William, da Sociedade para a Proteção de Crianças Não Nascidas (SPUC), em e-mail enviado aos seus apoiadores. “O Parlamento recuou da beira do precipício ao rejeitar este projeto de lei, que teria colocado pessoas vulneráveis em risco incrível.”
A SPUC prestou homenagem às pessoas que “trabalharam incansavelmente para demonstrar aos parlamentares e ao público o quão perigoso é este projeto de lei”. Entre elas, pessoas “de uma ampla gama de perspectivas — deficiência, serviço social, violência doméstica, cuidados paliativos e a classe médica em geral, e, claro, grupos pró-vida”.
O projeto de lei foi reapresentado pela deputada Lauren Edward, do Partido Trabalhista, atualmente à frente do governo britânico. Uma versão anterior do Projeto de Lei sobre Adultos com Doenças Terminais (Fim da Vida) não teve tramitação na Câmara dos Lordes em maio deste ano. O projeto foi originalmente apresentado pela deputada Kim Leadbeater, também do Partido Trabalhista, e tinha ficado conhecido como “Projeto de Lei Leadbeater”.
Nota do editor do Portal CDB, Yago Portella:
Se aprovado, o projeto de lei poderia levar ao morticínio de pessoas supostamente consideradas pacientes terminais em escalas inimagináveis. Isso porque, segundo o que se propunha, pacientes terminais poderiam solicitar duas avaliações médicas para encerrarem a própria vida. Em tese, o pedido deveria ser totalmente voluntário, sem pressão ou coação de familiares ou médicos, mas, na prática, a forma como isso se conduziria é muito óbvia. Não obstante, suas almas seriam condenadas ao inferno, pois, pior do que a eutanásia, no suicídio assistido, que é o que o projeto propõe, o próprio paciente é quem deve administrar a medicação que encerrará a sua vida.
Fim da nota.
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