14 de July de 2026 Notícia
2 min

Senegal reconhece casamento como união apenas entre homem e mulher

Assembleia Nacional do Senegal aprovou emenda por unanimidade, impedindo futuras tentativas de aprovação do “casamento” homossexual no país.

Equipe Centro Dom Bosco

Equipe Centro Dom Bosco


Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).

O Senegal emendou sua constituição nacional para definir oficialmente o casamento como “a união entre homem e mulher”.

Conforme relatado pela LGBTQ Nation – uma revista on-line pró-LGBT –, a Assembleia Nacional do país da África Ocidental aprovou a emenda por unanimidade em 29 de junho. Ao definir o casamento como a união entre um homem e uma mulher, qualquer tentativa futura de introduzir o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo provavelmente será frustrada.

Lei anti-sodomia

Esta não é a primeira lei moralizante aprovada no Senegal este ano. Conforme noticiado pelo LifeSiteNews, no início de 2026 o país de maioria muçulmana aprovou uma nova lei anti-sodomia que aumentou as penas de prisão para entre cinco e dez anos e elevou a multa máxima para 10 milhões de francos CFA (R$ 89 mil) para quem cometesse os atos nela descritos.

Aprovada em fevereiro com apoio quase unânime dos parlamentares, a medida foi sancionada pelo presidente Bassirou Diomaye Faye em março. Durante o debate parlamentar, os ministros argumentaram que a lei anterior, de 1966, era muito branda. Embora a pena tenha sido aumentada, o crime de cometer "atos contra a natureza e atentado ao pudor" permanece como contravenção penal.

Os crimes puníveis incluem atos homossexuais, bestialidade e outros comportamentos gravemente pervertidos. A lei também pune a promoção e o financiamento desses atos, a fim de reprimir organizações pró-LGBT, frequentemente financiadas por países ocidentais.

A nova legislação também pune qualquer pessoa que acuse alguém de atos homossexuais “sem provas”. 

África contra a degeneração

A lei cumpre uma promessa de campanha do primeiro-ministro Ousmane Sonko, que já havia tentado implementá-la quando estava na oposição. Durante a campanha pela aprovação da legislação, Sonko culpou a influência ocidental pela promoção da propaganda LGBT e pediu a todos os partidos que apoiassem a lei.

Atos homossexuais são atualmente criminalizados em mais de 30 dos 54 países africanos. O Senegal agora se junta a países como Serra Leoa, Quênia e Tanzânia, onde as penas máximas incluem 10 anos ou mais de prisão. Em Uganda, Somália e Mauritânia, atos de sodomia podem acarretar pena de morte sob certas circunstâncias.

O que ocorre quando
você vira membro?

Membro
A partir de
R$ 5/mês

Você ajuda a financiar iniciativas de promoção da fé católica, como:

  • Construção da nova sede
  • Programa Chave Católica
  • Catequese Tradicional
  • Ação Católica
  • Aulas presenciais
  • Produção editorial
  • Filmes e séries
Torne-se membro ->