1 de September de 2026 Notícia
4 min

Papa Leão XIV nomeia arcebispo que prestou culto à Pachamama

O Papa Leão XIV nomeou como arcebispo coadjutor de Cusco, no Peru, um bispo que, no começo de agosto, foi gravado fazendo oferendas pagãs à Pachamama.

Equipe Centro Dom Bosco

Equipe Centro Dom Bosco


Conteúdo original de LifeSiteNews, traduzido e adaptado por Yago Portella (Redação CDB).

O Papa Leão XIV nomeou o Bispo Lizardo Estrada Herrera, OSA, como arcebispo coadjutor de Cusco, no Peru, nesse sábado (29), apenas algumas semanas após Herrera ter participado de uma oferenda ritual ao demônio Pachamama.

De acordo com o boletim diário do Vaticano de 29 de agosto, o Papa Leão XIV nomeou o Bispo Herrera, que havia servido como bispo auxiliar de Cusco e como secretário-geral da Conferência Episcopal Peruana, como arcebispo coadjutor, o que significa que ele se tornará o próximo bispo da arquidiocese em caso de vacância.

Membros da hierarquia da Igreja participaram de culto idolátrico

No início de agosto, durante uma conferência na mesma cidade peruana, Herrera, travestido de leigo, participou de um ritual andino dedicado à Pachamama que envolvia folhas de coca, oferendas de alimentos e exercícios de respiração guiados.

Monsenhor Jordi Bertomeu, sacerdote e canonista que atua no Dicastério para a Doutrina da Fé e como comissário papal para casos de abuso sexual clerical, participou ativamente do ritual pagão de 13 de agosto. O bispo Miguel Ángel Cadenas, de Iquitos, Peru, também esteve presente.

Após o ritual, Michael Hichborn, do Instituto Lepanto, relatou que o evento também foi organizado “para dialogar, compartilhar suas demandas e construir acordos em torno dos direitos humanos e do bem comum”, reunindo:

  • Representantes de organizações sociais;
  • Comunidades indígenas e camponesas;
  • Grupos de mulheres e jovens;
  • Pessoas LGBTIQ+;
  • Pessoas com deficiência;
  • Defensores dos direitos humanos e ambientais;
  • Familiares de vítimas da violência estatal; e
  • Comunidades religiosas.

“Assim, além de abrir a reunião com a veneração idólatra de uma divindade pagã, o encontro foi realizado em conjunto com grupos LGBT para incluir tais grupos na promoção da ‘dignidade humana’ e dos ‘direitos humanos’”, afirmou Hichborn em seu artigo.

Castigo divino?

Exatamente uma semana após o ritual, um terremoto de magnitude 6,7, considerado “excepcionalmente forte”,  atingiu a região próxima a Arequipa e foi sentido por cerca de 2,4 milhões de pessoas, incluindo as que estavam em Cusco. Felizmente, aparentemente não houve mortes e os ferimentos e danos estruturais foram mínimos.

Historicamente, os terremotos têm sido associados ao castigo divino de Deus pelo pecado. E, embora este terremoto possa não ter sido resultado do castigo de Deus, essa possibilidade não pode ser descartada.

A Igreja Católica ensina que, como resultado da queda do homem no Paraíso, o mal entrou no mundo e afetou a natureza, criando a possibilidade de desastres naturais.

De fato, no livro de Gênesis, vemos Deus punir o mundo por seus graves pecados, destruindo-o por meio do grande dilúvio, poupando apenas Noé e sua família.

O caso semelhante de Porto Alegre/RS

Nota do editor do Portal CDB, Yago Portella:

Vale comentar que semelhante caso ocorreu em Porto Alegre em 2024. À época, a arquidiocese da capital do Rio Grande do Sul convocou um ato idólatra para que católicos e umbandistas profanassem o dia de São Jorge (23 de abril) com um culto ao demônio Ogum nas escadarias da igreja que leva o nome do santo, conforme relatado pelo Centro Dom Bosco em vídeo.

Na ocasião, jovens que rezavam o Rosário nessa mesma escadaria foram agredidos pelos presentes por estarem "atrapalhando" o momento "inter-religoso" com as suas orações silenciosas à Virgem Maria. Em razão disso, tiveram de ser escoltados pela Brigada Militar para longe da multidão enraivecida.

Menos de uma semana após o ocorrido, sem que as autoridades eclesiásticas declarassem arrependimento pelo terrível sacrilégio que cometeram, Deus puniu o estado com uma das maiores catástrofes de sua história, que teve início no dia 27 de abril. E, alguns meses depois, ainda em 2024, o Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler (atual presidente da CNBB), foi recompensado pelo Papa Francisco por sua promoção da idolatria sendo criado Cardeal.

Que Deus tenha piedade do mundo inteiro, converta os nossos corações e torne novamente católicos os terríveis inimigos da Igreja que ocupam posições tão elevadas em sua hierarquia.

Viva Cristo Rei! Viva Nossa Senhora Corredentora e Medianeira de Todas as Graças! E viva a Santa Igreja Católica!

Fim da nota.

 

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