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Torne-se membro ->Passados quase 50 dias desde as sagrações episcopais da Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX), o bispo Dom Athanasius Schneider, do Cazaquistão, quebrou o silêncio sobre o evento.
Em carta divulgada nesta segunda-feira (17) – que você lê na íntegra logo abaixo –, Dom Athanasius classificou a situação da FSSPX como análoga à de Santo Atanásio de Alexandria – de quem o bispo compartilha o nome –, que foi excomungado pelo papa Libério no século IV por defender a Tradição da Igreja face à heresia ariana.
O que foi a heresia ariana
O arianismo foi uma heresia à qual a esmagadora maioria do episcopado católico aderiu no século IV. Contrariando a Tradição da Igreja, ela afirmava que Jesus não é Deus.
Foram décadas de uma crise sem precedentes na Igreja, e Santo Atanásio foi um dos únicos bispos do mundo a defender a divindade de Cristo. Por isso, foi perseguido de todas as formas por seus pares, chegando a ser exilado e até mesmo excomungado pelo papa de então, que havia assinado uma fórmula de fé ambígua, omitindo que Cristo fosse Deus – razão pela qual o bispo de Alexandria o repreendeu.
O fim dessa história, contudo, foi o cumprimento da promessa de Jesus de que as portas do inferno jamais prevaleceriam contra a Sua Santa Igreja Católica: Atanásio foi canonizado e é Doutor da Igreja; Libério, embora tenha se arrependido do que fizera, tornou-se o primeiro papa não-canonizado da história; e o seu sucessor no papado expurgou de vez o arianismo da Igreja no Concílio de Nicéia.
Quem é Dom Athanasius e o que diz a carta
Em 2015, Dom Athanasius foi encarregado pelo Papa Francisco de realizar visitas apostólicas a dois seminários da FSSPX: o Seminário Cura D’Ars, em Flavigny, na França; e o Seminário Santo Tomás de Aquino, em Winona, nos EUA. A partir daí, tendo tido contato direto com a formação dos sacerdotes da fraternidade em razão da missão que lhe fora dada por Francisco, tornou-se grande defensor da obra de Dom Marcel Lefebvre. Até o momento, porém, nada havia dito sobre as novas sagrações episcopais realizadas em 1º de julho no Seminário de Écône, na Suíça.
Na carta divulgada hoje, o bispo cazaque criticou o legalismo e o papalismo atuais da Igreja – que poderiam ser classificados também como farisaísmo e papolatria –, que consideram o direito positivo da Igreja e a autoridade do romano pontífice no mesmo nível do Direito Divino e afirmou que, se vivesse no tempo presente, Santo Atanásio seria considerado cismático por sua oposição aos erros do papa de sua época (razão pela qual foi excomungado e, a posteriori, canonizado).
Dom Athanasius disse ainda que, atualmente, em vez de exilar e matar, a Santa Sé silencia frente aos apelos da FSSPX e difama aqueles que tentam preservar o Dogma Católico. Falou também que há pontos do Concílio Vaticano II que talvez possam ser retificados, e declarou que, se Roma levasse a sério as objeções da fraternidade, a crise extraordinária por que passa a Igreja desde o concílio – assim como foi a crise ariana do século IV –, e que começou a ser orquestrada há mais de 100 anos, poderia finalmente se encaminhar para um desfecho.
Leia, agora, a carta na íntegra:
O dilema entre preservar a integridade inequívoca da fé católica e ser reconhecido canonicamente pelo Papa
Por Bispo Athanasius Schneider
É útil recordar um caso histórico em que um grande santo se deparou com o seguinte dilema: a escolha entre preservar a integridade inequívoca da Fé Católica e ser reconhecido canonicamente pelo Papa. Esse santo foi o Padre da Igreja do século IV, Santo Atanásio de Alexandria. Em 357, o Papa Libério, após assinar uma fórmula de fé ambígua (omitindo o termo doutrinal crucial “consubstancial”), ordenou a Santo Atanásio que entrasse em comunhão com bispos arianos e semiarianos — bispos com os quais o próprio Papa, sob pressão do Imperador, infelizmente havia entrado em comunhão. Santo Atanásio recusou-se a obedecer ao Papa, que, segundo o testemunho de Santo Hilário de Poitiers e outras fontes históricas, excomungou-o, acusando-o de perturbar a paz da Igreja. Apesar de ter sido excomungado pelo Papa, Santo Atanásio continuou a governar sua diocese em Alexandria e até demonstrou compreensão pela lamentável conduta do Papa Libério. No entanto, o Papa São Dâmaso, sucessor do Papa Libério, agradeceu a Santo Atanásio e o consultou sobre os assuntos dos bispos orientais. O Papa Libério foi o primeiro papa a não ser canonizado, enquanto Atanásio não apenas foi canonizado como também foi declarado Doutor da Igreja.
Hoje, Santo Atanásio seria considerado um cismático de acordo com a definição de “cisma” no atual Código de Direito Canônico, uma vez que se recusou a estar em comunhão com membros da Igreja (bispos hereges e semi-hereges) que eram canonicamente reconhecidos e, portanto, sujeitos ao Papa.
As consagrações episcopais realizadas em Écône pela Fraternidade São Pio X (FSSPX) em 1º de julho de 2026 também são um exemplo desse raro dilema: ter que escolher entre preservar a integridade inequívoca da Fé Católica, tal como ensinada pelo Magistério ao longo dos séculos, ou ser reconhecida canonicamente pelo Papa. Esse dilema se evidencia nas condições impostas pelo Papa à FSSPX para que obtenha o seu reconhecimento canônico: a instituição deve aceitar certas ambiguidades doutrinais recentemente introduzidas (refletidas em alguns ensinamentos não definitivos do Concílio Vaticano II e em certas afirmações e atos do Magistério pós-conciliar), e aceitar não apenas a validade, mas também a correção (legitimidade) do rito da Nova Missa — apesar de sua vagueza doutrinal e ritual, que marca uma clara ruptura com o Rito Romano tradicional.
Ao tratar deste assunto complexo, é essencial manter uma perspectiva sóbria, esclarecer a terminologia e ter sempre em mente o verdadeiro e último objetivo da Igreja e sua grande tradição; pois essa tradição remonta a tempos muito anteriores aos últimos séculos ou décadas. Ao fazê-lo, é preciso também considerar situações análogas das principais crises da história da Igreja.
Ao longo dos últimos séculos, dois desenvolvimentos nocivos ocorreram na Igreja, levando a uma visão estreita da realidade: a tendência de tratar o aspecto legal como quase absoluto, ou seja, o legalismo; e a tendência de absolutizar a pessoa do Papa e a obediência a ele, ou seja, o papismo. O legalismo, que é a adesão rígida à letra da lei, e o papismo, que é a obediência indiferenciada e quase absoluta ao Papa, passaram a ser priorizados em detrimento da necessidade de clareza na fé e na liturgia. Contudo, durante todas as grandes crises doutrinais da história da Igreja, a regra de ouro foi evitar qualquer tipo de ambiguidade doutrinal, como no caso do Papa Honório I, cujas cartas doutrinariamente ambíguas, emitidas como parte de seu Magistério ordinário, foram firmemente condenadas pelos Papas posteriores e por três Concílios Ecumênicos, apesar das tentativas de seu segundo sucessor, o Papa João IV, de uma espécie de hermenêutica da continuidade.
Nos dias de hoje, é amplamente difundido dentro da Igreja que não pode haver conflito de consciência entre obedecer ao Papa e preservar a pureza inequívoca da fé. Isso significa, em última análise, que a obediência ao Papa é tão valorizada que se considera melhor aceitar ambiguidades em matéria de fé e ritos litúrgicos do que agir contra uma ordem papal — mesmo que essa ordem seja apenas humana e possa ser falha. Além disso, surgiu também uma compreensão restrita da comunhão, seja com o Papa ou com a Igreja. A obediência ao Papa é vista como indistinguível da comunhão com a Igreja. Isso corre o risco de elevar a obediência ao Papa ao mesmo nível da obediência à revelação divina de Deus.
É preciso também distinguir entre a lei positiva — ou seja, as leis disciplinares promulgadas pela autoridade humana da Igreja — e a Lei Divina, ou seja, as verdades da fé reveladas por Deus. Ninguém pode contradizer a Lei Divina e permanecer católico. Em circunstâncias verdadeiramente extraordinárias e raras, porém, um católico pode ser obrigado, em consciência, a agir contrariamente à lei positiva, precisamente para permanecer incondicionalmente fiel à Lei Divina.
Os próprios conceitos de “cisma” e “submissão” ainda não foram totalmente esclarecidos em sua aplicação prática e concreta. O Código de Direito Canônico (cânon 751) define cisma como “a recusa de submissão ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos”. De fato, na história recente da Igreja, surgiu uma compreensão muito restrita de “cisma” e “submissão”, na qual a desobediência material ao Papa — independentemente da intenção — é praticamente equiparada ao cisma formal.
É preciso também levar em conta o estado de cisma formal, que significa a rejeição, em princípio, da autoridade papal por meio do estabelecimento de uma hierarquia separada — como foi o caso da Igreja Ortodoxa Grega em 1054 e, posteriormente, com os numerosos e diversos grupos sedevacantistas até os nossos dias. Contudo, não se pode falar em estado de cisma formal enquanto persistir a fé sobrenatural no dogma da primazia e infalibilidade papal, juntamente com o desejo de viver em submissão concreta à autoridade papal — mesmo que, devido a uma crise extraordinária na Igreja, isso não possa ser plenamente realizado no momento. Tal crise extraordinária na Igreja pode envolver uma obscurecimento ou suspensão temporária do dever primordial do ministério papal, a saber, defender e proclamar, sem ambiguidade, a integridade da fé e da liturgia católica.
O mesmo se aplica ao conceito de estar “em comunhão” com o Papa. Durante um longo período, as ordenações episcopais foram realizadas sem o envolvimento direto do Papa, e igrejas particulares e bispos individuais expressavam sua comunhão com ele de diversas maneiras. Somente mais tarde na história da Igreja os papas passaram a exigir que toda ordenação episcopal ocorresse com um mandato papal. Mesmo após esse desenvolvimento, porém, o direito canônico não considerava as ordenações episcopais ilícitas — isto é, aquelas realizadas contra a vontade do Papa — como ofensas à unidade da Igreja, como atos inerentemente cismáticos ou como intrinsecamente más. Ainda hoje, o atual Código de Direito Canônico lista as ordenações episcopais ilícitas entre as ofensas relativas à celebração dos sacramentos ou as classifica como atos de usurpação de ofício.
Na verdade, a norma que exige um mandato papal para as consagrações episcopais é uma questão de direito positivo, não de Direito Divino. Caso contrário, essa norma teria sido observada ao longo de toda a história da Igreja, sempre, em todos os lugares e por todos, sem exceção. É claro, um mandato papal para as consagrações episcopais é normalmente necessário e foi sabiamente estabelecido para melhor assegurar a submissão hierárquica do episcopado ao Papa.
A natureza extraordinária da atual crise na Igreja se revela, no presente caso, pelo fato de uma comunidade cuja característica essencial é o desejo de ser fiel ao Papa — e a Fraternidade São Pio X se considera como tal — enfrentar uma escolha trágica: ou obedecer ao Papa e, com isso, ser forçada a aceitar aspectos incertos e obscuros da doutrina e da liturgia; ou desobedecer ao Papa em uma questão de grave importância, como a consagração de bispos, com a única intenção de preservar os meios de transmitir a fé e a liturgia em sua plena integridade — como um serviço às almas e, portanto, a toda a Igreja, incluindo o próprio papado.
Não se deve ignorar a dimensão total da crise atual da Igreja, mas sim analisá-la com honestidade, remontando às suas raízes. Essas raízes encontram-se em certas declarações doutrinais vagas e ambíguas do Concílio Vaticano II que, ao longo dos últimos sessenta anos, semearam confusão, como o relativismo doutrinal decorrente do ensino e da prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso, que contribuíram para minar a singularidade de Jesus Cristo e de Sua Igreja como o único caminho para a salvação. Além disso, algumas falhas doutrinais e rituais da reforma litúrgica, com suas tendências protestantizantes, obscureceram a natureza sacrificial central da Missa e seu foco cristocêntrico.
São João Henrique Newman fez a seguinte observação notável e oportuna: “Os bispos, quando não ensinam formalmente [ex cathedra], podem errar, como constatamos que erraram no século IV. O Papa Libério pôde assinar uma fórmula eusebiana [ariana] em Sírmio, e o conjunto de bispos em Ariminum [Rimini] ou em outro lugar, e ainda assim, apesar desse erro, podiam ser infalíveis em suas decisões ex cathedra” ( Arianos do Século IV , Londres, 1876, p. 464). O que o Bispo de Regensburg, Monsenhor Rudolf Graber, afirmou há mais de cinquenta anos caracteriza ainda mais a situação atual da Igreja: “O que aconteceu há mais de 1600 anos está se repetindo hoje, mas com duas ou três diferenças: Alexandria é, hoje, a totalidade da Igreja Universal, cuja estabilidade está sendo abalada, e o que foi feito naquela época por meio da força física e da crueldade está agora sendo transferido para um nível diferente. O exílio é substituído pelo silêncio de quando se ignora alguém; e a morte, pelo assassinato da reputação” (Athanasius and the Church of Our Time , Edimburgo, 1974, p. 23; original: Athanasius und die Kirche unserer Zeit , Abensberg, 1973).
A FSSPX é praticamente a única comunidade na Igreja hoje que chama a atenção abertamente para as evidentes ambiguidades doutrinais em certas declarações conciliares e no rito da Nova Missa, clamando por seu esclarecimento inequívoco e, se necessário, até mesmo por sua emenda, de acordo com o Magistério constante da Igreja. A “hermenêutica da continuidade” ou da “reforma na continuidade” — uma abordagem que é válida e útil em si mesma — pode também se tornar uma espécie de “camisa de força”, que apenas encobre, superficialmente, as feridas causadas pelas ambiguidades e confusões doutrinais e litúrgicas. Na prática, a Santa Sé exige uma forma de raciocínio circular: que tudo está em ordem, desde que se faça um esforço intelectual suficientemente árduo.
De fato, por meio de sua incansável insistência na clareza da doutrina e da liturgia, a FSSPX presta um grande serviço a toda a Igreja — um serviço de valor histórico. Se a Santa Sé levasse a sério essa posição da FSSPX — e, além disso, reconhecesse as ambiguidades objetivas em certas declarações do Concílio Vaticano II e no rito da Missa Nova — isso marcaria o início do fim do projeto modernista dentro da Igreja, que, na verdade, começou há mais de cem anos.
A atual crise entre a Santa Sé e a FSSPX também pode ser ilustrada pela seguinte parábola: Um incêndio irrompe em uma grande casa. O chefe dos bombeiros permite o uso apenas dos novos métodos de combate a incêndio, embora estes tenham se mostrado menos eficazes do que os métodos e ferramentas antigos e testados. Um grupo de bombeiros desafia essa ordem, continua a usar os métodos testados e comprovados e até recruta novos bombeiros — tudo apesar da proibição do chefe dos bombeiros — e, de fato, o fogo é contido em muitos pontos. No entanto, esses bombeiros são tachados de desobedientes e cismáticos e punidos por isso.
Para estender ainda mais a parábola: O chefe dos bombeiros agora admite apenas os bombeiros que reconhecem os novos métodos e obedecem aos novos regulamentos do quartel. Mas, dada a enorme dimensão do incêndio, a luta desesperada para contê-lo e a insuficiência dos métodos oficiais, outros ajudantes intervêm altruisticamente — apesar da proibição do chefe dos bombeiros — contribuindo com habilidade, conhecimento e boas intenções, e, no final, ajudando a salvar a própria casa que o chefe dos bombeiros se esforçava para proteger.
Com o tempo, as circunstâncias históricas mudam e um novo chefe dos bombeiros surge — um que reconhece os efeitos negativos dos novos métodos de combate a incêndios. Ele não apenas concede permissão para o uso dos métodos antigos e testados novamente, como também se torna um defensor fervoroso deles. Ele reconhece, ainda, a contribuição daqueles bombeiros que antes eram incompreendidos, severamente punidos, tratados como párias e expulsos como rebeldes — e os acolhe de volta às fileiras. No fim, uma vez superada essa grande turbulência, o que antes fora condenado como desobediência e rebeldia se revelou um ato de compromisso altruísta.
Um dia a história revelará se as seguintes palavras de Santo Agostinho se aplicam à situação atual da FSSPX:
“Frequentemente, a Divina Providência permite que até mesmo homens bons sejam expulsos da congregação de Cristo pelas turbulentas sedições de homens carnais. Quando, em nome da paz da Igreja, eles suportam pacientemente esse insulto ou injúria, e não tentam novidades no caminho da heresia ou do cisma, eles ensinarão aos homens como Deus deve ser servido com uma disposição verdadeira e com grande e sincera caridade. A intenção desses homens é retornar quando o tumulto tiver diminuído. Mas, se isso não for permitido porque a tempestade continua ou porque uma mais forte pode ser desencadeada por seu retorno, eles se apegam ao seu propósito de zelar pelo bem, mesmo daqueles responsáveis pelos tumultos e comoções que os expulsaram. Eles não formam conventículos separados, mas defendem até a morte e auxiliam com seu testemunho a fé que sabem ser pregada na Igreja Católica. A estes o Pai que vê em segredo coroa em segredo. Parece que este é um tipo raro de cristão, mas exemplos não faltam. Assim, a Divina Providência usa todos os tipos de homens como exemplos para a vigilância das almas e para a edificação de seu povo espiritual” ( De vera religione, 6:11).
O que Santo Atanásio escreveu aos seus irmãos bispos em todo o mundo, em meio a uma extraordinária crise de fé, também se aplica aos nossos tempos:
“Os cânones e decretos da Igreja não foram dados neste dia, mas nos foram transmitidos com justiça e firmeza pelos nossos antepassados. A fé também não teve início neste tempo, mas nos foi transmitida pelo Senhor através dos Seus discípulos. Portanto, para que as ordenanças que foram preservadas nas igrejas desde os tempos antigos até agora não se percam nos nossos dias, e para que a confiança que foi em nós depositada não seja tomada de nós, despertai, irmãos, como administradores dos mistérios de Deus ao verem que agora estão sendo apropriados por estrangeiros.” (Ep. encyclica, 1)
Deus, em Sua Providência, escreve certo até mesmo em linhas que, de uma perspectiva meramente legal, parecem tortas. Que Ele conceda que esse dia chegue logo. Alegremo-nos em meio à tribulação e digamos: Creio na invencibilidade da Igreja e do Papado, e creio que a Santa Sé um dia brilhará novamente como a Cátedra da verdade perante o mundo inteiro.


